segunda-feira, 9 de março de 2020

EROTIDES ALVES MOREIRA

PROJETO DE LEI Nº 065/2000
Denomina logradouro público “Praça Erotides Alves Moreira”

O Povo do Município de Itaúna, por seus representantes aprovou, e eu, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Denominar-se-á “PRAÇA EROTIDES ALVES MOREIRA”, o logradouro público constituído da quadra 26, na confluência da rua 11 e Av. Alba Regina Campos, localizado no bairro Tropical, zona 05.

Art. 2º A Prefeitura Municipal de Itaúna providenciará a colocação de placas indicativas, bem como a comunicação à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, à Companhia Energética de Minas Gerais e ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itaúna.

Art. 3º Revogadas a disposições em contrário, esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.



Sala das Sessões, em 24 de dezembro 1999
Giovanni Vinícius Caetano e Silva <Vereador>
Aprovado em 1ª e única discussão e votação:
Sala das Sessões em 19/09/2000

LEI nº 3.590/2000
Prefeitura Municipal de Itaúna, 26 de setembro de 2000
Osmando Pereira da Silva < Prefeito Municipal>


JUSTIFICATIVA

Erotides Alves Moreira

Erotides foi em sua vida o exemplo de mãe das mães, pois além de cuidar com esmero de sua prole tão numerosa, ainda sobrava tempo par ajudar um irmão, um sobrinho ou qualquer carente que batia em sua porta pedindo uma ajuda.

Quando era para ajudar, deixava os seus afazeres e corria com braços abertos para amar, ajudar ou consolar aquele que chamava a sua bondade.

Suas virtudes eram conhecidas em todas instituições que ela pertencia, nas confrarias ou onde tivesse oportunidade de estender as suas mãos misericordiosas.

Assim, foi por tantos anos a nossa Erotides, figura que trazia no riso e na alma todas as benesses da mão de Deus.

Erotides sempre foi querida e amada por uma legião de admiradores e pela sua luta e dedicação na criação de seus oito filhos.

Ficou viúva do tecelão José Arcanjo e, quando maravam na conhecida rua da Várzea tinha sua casa sempre cheia de amigos.

Interessante é, que todos seus filhos foram intensamente dedicados ao futebol.

Ela muito religiosa, tinha o carisma de fazer amigos e pelas suas habilidades artesanais, da qual tirava o sustento de seus filhos, fabricava confeitos deliciosos.
Erotides ficou viúva aos 47 anos, com oito filhos menores. A sua família hoje conta com 23 netos e 3 bisnetos (em 2000).

Todos os seus descendentes, são figuras que tem participação ativa em todos os setores da sociedade itaunense.

Giovanni Vinícius Caetano e Silva <Vereador>




EROTIDES ALVES MOREIRA
Nascimento
17/09/1906
Falecimento
20/12/1985
Cidade origem
Itaúna/Minas Gerais
Filiação
Sinfrônio Alves Moreira e Nicosina Alves Moreira
Marido
José Arcanjo
Matrimônio
27/04/1927
Filho
Wander Arcanjo
Filho
Dalmi Arcanjo
Filha
Nicozina Arcanjo Araújo
Filha
Darci Sebastião Arcanjo
Filho
Waldir Arcanjo
Filha
Eronides Arcanjo Lopes
Filha
Adelerma Arcanjo Santos
Filha
Maria do Carmo Nogueira


Referências:
Proposta do Projeto para Câmara Municipal de Itaúna:  Giovanni Vinícius Caetano e Silva <Vereador>
Pesquisa: Charles Aquino, Patrícia Nogueira
Organização e Arte: Charles Aquino
Acervo Fotográfico:  Professora Márcia Lopes

sábado, 11 de janeiro de 2020

ANTÔNIO DE MATOS

Lei Municipal 187— CEP: 35681-030
Denomina logradouro público: Rua Antônio de matos / Centro - Itaúna/MG


ANTÔNIO PEREIRA DE MATTOS

Primogênito, nasceu em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro em 10/08/1858, casando-se com Maria de Gonçalves de Sousa (após o casamento passou a se chamar Maria Gonçalves de Souza Mattos) nascida em 31/5/1871 e falecida em 10/06/1940 no município de Itaúna.
Antônio Pereira de Mattos, “herdou as qualidades paternas de inteligência, simpatia, criatividade, extroversão e dedicou-se, no início de sua vida adulta, à atividade comercial como representante de diversas firmas atacadistas da cidade do Rio de Janeiro” (SOUZA, p.102).
“Nesta qualidade, como cometa, com a sua tropa, viajava constantemente pela região central de Minas Gerais” (SOUZA, p.102). “Nestas suas permanentes andanças, na década de 1880, não raro pousava no antigo distrito de Sant’Ana de São João Acima (Itaúna), que rapidamente se transformara em importante empório comercial, no limiar da região Oeste de Minas Gerais” (SOUZA, p.103).
“Em uma de suas pousadas em Sant’Anna do São João Acima, veio a conhecer e se enamorar da senhorita Maria Gonçalves de Sousa, mais conhecida por Neca — a mais bonita, segundo cronistas coevos” das filhas de Manoel José de Souza Moreira e Ana Joaquina Jesus (SOUZA, p.103).
Aos 23 dias do mês de outubro do ano de 1891 em sua casa situada à rua Direita, no arraial de São João Acima (Itaúna), assinou a “Ata da Assembleia Geral de Instalação da Companhia de Tecidos Santanense”, tomou posse como 2º secretário, sendo um dos acionistas fundadores da empresa. (ESTADO DE MINAS, p.8).


TEATRO MELPÔMENE EM DORES

Antônio Pereira de Mattos tinha a visão e o talento natural para empreender. Ao final do século XIX junto com sua família e irmãos, “instalou-se no município de Dores do Indaiá, sendo o homem que tornou possível o plano de construir um teatro naquele município próspero” (BARBOSA, p.84).
Em 1904, surgiu a Sociedade Anônima Melpômene, que se dispunha a construir o Teatro Melpômene. No dia 15 de julho de 1904 verificou-se a solenidade de instalação da sociedade.
 O incorporador, Antônio Pereira de Mattos, “organizou a sociedade com o capital de $ 5.000,00 (cinco mil contos de reis) divididos em 250 ações de $ 20,00 (vinte réis) cada uma. Vários foram os subscritores, entre eles a família Mattos estava presente em grande número: Antônio Pereira de Mattos, Arthur Pereira de Mattos, Arthur Pereira Mattos Júnior, Ladislau Gonçalves de Mattos e Sílvio de Mattos (BARBOSA, p.85).
“O teatro foi erguido na rua principal, hoje Avenida Francisco Campos, esquina com rua Rio de Janeiro; era construção magnífica para a época. O palco era bastante espaçoso; na parte de baixo, muito espaçosa, estavam os camarins; nos fundos (a construção tomou todo o quarteirão da rua Rio de Janeiro) foi erguida uma casinha para café dos artistas, nas horas de intervalo“ (BARBOSA, p.85).
“Do Teatro Melpômene se poderia dizer: aqui outrora retumbaram hinos! Ali, uma equipe de amadores deleitava a população com suas comédias, suas farsas e seus dramalhões” (BARBOSA, p.85).


INDAIÁ PARA SANT’ANA

Antônio Pereira de Mattos, “que então residia em Dores do Indaiá, fixou residência em Sant’Ana, quando o antigo arraial iniciava a arrancada decisiva para sua emancipação política” (SOUZA, p.103).
Totalmente radicado em terras barranqueiras, o Cel. Mattos continuou a empreender no município. Em 1º de maio do ano de 1911 participa da fundação da Companhia Industrial Itaunense, tomando posse como Diretor–secretário e sendo um dos acionistas fundadores da empresa. No ano seguinte em 1º de junho de 1912 deu início a vida política, ao eleger-se Presidente da Câmara e Agente Executivo, tornando-se o segundo prefeito municipal do município de Itaúna (SOUZA, p.103).
Em sua gestão como chefe do executivo itaunense, construiu “a primeira Cooperativa Agrícola de Laticínio, tendo o seu estatuto social aprovado em 30 de novembro de 1912, pelo Decreto Estadual nº 3.762” (SOUZA, p.103).
Prestou relevantes serviços à comunidade: “o da abertura de novas ruas, o da ampliação do abastecimento de água potável à sede e aos distritos, o da construção do matadouro, assim como o da construção de novas pontes” (ACAIACA, p.96). 
Antônio Pereira de Mattos chefiou o município de Itaúna após sua emancipação política no período de 01/06/1912 a 31/12/1915 (SOUZA, p.606).
No dia 27 de fevereiro de 1926 veio a falecer em Itaúna deixando viúva, filhos, amigos e admiradores, “apesar de esperado esse desenlace — tanto se agravara nos últimos dias o estado de saúde do coronel Mattos e em nada se atenuou a rudeza do golpe desferido no seio da distinta sociedade” (PHAROL, p.4).
Grande legado deixou o Coronel Mattos, “era um espírito dinâmico incompatível com a modorra dos centros rotineiros. Por onde passava, agitava as atividades e encaminhava-as no sentido de realizar alguma coisa em prol do progresso” (PHAROL, p.4) — tanto no empreendedorismo empresarial quanto no empreendedorismo social.


Antônio Pereira de Mattos e Maria de Gonçalves de Sousa teve os seguintes filhos:
F1N1. Clotildes Mattos
F1N4. Olga Mattos
F1N5.Alzira de Mattos Gonçalves
F1N3.Antônio Gonçalves de Mattos
F1N6. Rossini Gonçalves Mattos











Referências:

SOUZA, Miguel Augusto Gonçalves de. ITAÚNA: sua trajetória política, social, religiosa, econômica e cultural, desde a criação do Arraial de Santana do São João Acima, em 14 de outubro de 1765, até a data do centenário de instalação do município: 1765-2002. BH: Santa Clara, 2002.

Revista Acaiaca nº 56, org. Celso Brant,1952

BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dores do Indaiá do passado. Belo Horizonte: s.ed. 1964

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

OVÍDIO ALVES DE SOUZA

PROJETO DE LEI Nº 177/2019
Denomina logradouro público “Rua Ovídio Alves de Souza”

O Povo do Município de Itaúna, por seus representantes decreta e eu, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Denominar-se-á “Rua Ovídio Alves de Souza” o logradouro público Rua 10, desta cidade de Itaúna-MG, localizada no Bairro denominado Boulevard Lago Sul, que tem seu início na Rua 05 (Avenida Boulevard), confronta pela lateral direita com a quadra 04 do Bairro Pio XII, Rua Belo Horizonte, quadra 02, Avenida Brasil, quadra 01, pela lateral esquerda com a quadra 03, Rua Belo Horizonte, quadra 04 e tem seu término na Rua 09 (Rua Alda Parreira Silva).

Art. 2º A Prefeitura Municipal de Itaúna providenciará a colocação de placas indicativas, bem como a comunicação à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, à Companhia Energética de Minas Gerais e ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itaúna.

Art. 3º As despesas decorrentes desta Lei correrão por conta de dotações próprias do orçamento vigente do Executivo Municipal.
Art. 4º Revogadas as disposições em contrário, esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões, em 03 de dezembro de 2019.
Alexandre Campos
Vereador – MDB / Itaúna-MG



JUSTIFICATIVA
Ovídio Alves de Souza

Senhor Ovídio Alves de Souza é itaunense, 4º filho de uma família simples e numerosa. Nasceu aos 7 de novembro de 1914, filho de itaunenses que muito contribuiu para o engrandecimento de Itaúna. Seu pai, Augusto Alves de Souza, foi operário técnico de máquinas que trabalhou na implantação da Companhia de Tecidos Santanense e posteriormente da Companhia Industrial Itaunense.

Sua mãe Carolina Alves Nogueira era filha de Aureliano Nogueira Machado, maestro da primeira banda de música de Itaúna, primeiro agente dos Correios e Telégrafos de Itaúna e primeiro farmacêutico de Itaúna tendo sua farmácia o nome de Farmácia do Povo, vindo a chamar posteriormente de Farmácia Lima.

Dotado de uma inteligência e memória excepcional, tinha como hobby a leitura. Sua postura circunspecta e séria, não o impedia de demostrar seu carinho com quem a ele chegasse, em especial os idosos e crianças, a quem recebi de forma alegre, com gentileza e atenção.

Sr. Ovídio, casou-se aos 28 anos com Maria de Lima Alves, professora, filha de Maria Cordeiro Lima e Alberto, que trabalhou como guarda-livros na Companhia Industrial Itaunense. Deste casamento constituiu família numerosa de nove filhos, que educou com amor e valores de honestidade, ética e caridade, sempre fiel aos ensinamentos cristãos.

Sr. Ovídio, desde pequeno com seus pais os ensinamentos cristãos, o valor do trabalho e do estudo. Aos 15 anos despontou-lhe a vocação para ser farmacêutico, quando indo trabalhar com seu primo Sr. Alfredo Alves de Souza Farmácia Nogueira. Aprendeu a prática e arte de manipulação de medicamentos, atividade que exerceu por 72 anos como verdadeiro sacerdócio.

Em 27 de março de 1931, matriculou-se na Escola dos Soldados de Guerra de Itaúna, formando a primeira turma em Itaúna de reservista o Exército Brasileiro. Na cidade de Sete Lagoas, completou os estudos para ingressar-se na Universidade. Em 1942 adquiriu do Sr. José Gonçalves Drumond, sua farmácia.

Em 1943 matriculou-se na Escola Livre de Farmácia, tendo em 8 de dezembro de 1946 obtido a titulação de Farmacêutico, com diploma expedido pela Faculdade federal de Farmácia e Odontologia de Juiz de Fora.

Sr. Ovídio, teve em 27 de julho de 1955, a graça de, no local onde hoje é a Gruta de Nossa Senhora de Itaúna ter, junto com outros videntes, visão de Nossa Senhora Maria Virgem Imaculada, de quem recebeu mensagens à humanidade, hoje sob os cuidados e guarda da Diocese de Divinópolis.

Como devoto de Nossa Senhora, constituiu e presidiu por 45 anos a comissão para construção do santuário da Gruta de Nossa Senhora de Itaúna.

Sr. Ovídio foi membro da Assembleia de Fundação da Universidade de Itaúna, onde lecionou química, como professor-assistente voluntário. Foi membro da Associação Comercial de Minas Gerais e sócio fundador da Associação Comercial de Itaúna, tendo recebido em 1980 o título de Empresário Destaque desta associação, em reconhecimento de seus relevantes serviços à comunidade.

Como voluntário, pertenceu à diretoria da APAE de Itaúna, do Orfanato São Vicente de Paula e do Patronato São José.

Em 11 de abril de 2002, aos 87 anos, faleceu, deixando para aqueles que o conheceram a saudade e o exemplo de esposo, pai, amigo e principalmente de uma pessoa que pautou sua vida pela bondade, humildade e fé, manifesta em seu amor incondicional ao próximo.

Alexandre Campos
Vereador – MDB / Itaúna-MG


Referências:
Proposta do Projeto para– Câmara Municipal de Itaúna:  Alexandre Campos
Pesquisa: Alexandre Campos
Arte Placa de Rua: Charles Aquino
Organização: Charles Aquino
Acervo Fotográfico:  Grupo do Facebook - “Aparições de Nossa Senhora em Itaúna e relato dos seus Videntes”

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

MINEIRINHO

Lei Municipal 3.053/96— CEP: 35681-424
Denomina logradouro público: Rua Mineirinho Conjunto Habitacional Jadir Marinho Faria – Itaúna/MG

LEI Nº 3.053, de 11 de Abril de 1996

Denomina logradouro público.

O Povo do Município de Itaúna, por seus representantes aprovou, e eu, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º. Denominar-se-á Rua Mineirinho, o logradouro público que tem seu início na Rua AP, passando pelas quadras 34,11,12, e 35, e terminando na Rua Prefeito Antônio Dornas de Lima, localizado no Bairro Jadir Marinho de Faria, Etapa II, Zona 08.

Art. 2º. A Prefeitura Municipal providenciará a colocação de placas indicativas, bem como a comunicação à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e à Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG.

Art. 3º. Revogadas as disposições em contrário, esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAÚNA, 11 DE ABRIL DE 1996

Hildebrando Canabrava Rodrigues

Prefeito Municipal


Marcelo Augusto de Faria Matos
* 05/08/1930 +02/09/1993



REFERÊNCIAS:
Organização, Pesquisa & Arte:  Charles Aquino
Fonte & Acervo: Prefeitura & Câmara Municipal de Itaúna / Logradouros
Acervo: Cleide Diniz H. de Souza

terça-feira, 17 de setembro de 2019

PROFESSORA LUZIA NOGUEIRA

Lei Municipal 2.122/88— CEP: 35680-488
Denomina logradouro público: Rua Luzia Gonçalves Nogueira / Eldorado (Atual)

LEI Nº 2.122, de 11 de maio de 1988 — Denomina logradouro público.

O povo do Município de Itaúna, por seus representantes decreta, e eu, em
Seu nome, sanciono a seguinte lei:
Art. 1 — Denominar-se-á Rua Luzia Gonçalves Nogueira, o logradouro público que tem seu início na Av. Brasília, passando pelas quadras 13, 19, 15, 21, 17, e 23 e terminando na Rua Noé A. Prado, no Bairro Universitário.

Art. — 2 A Prefeitura Municipal providenciará a colocação de placas indicativas, bem como a comunicação à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

Art. 3 — Revogadas as disposições em contrário, esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Prefeitura Municipal de Itaúna, 11 de maio de 1988
Francisco Ramalho da Silva Filho
Prefeito Municipal

Autoria do projeto de Lei 33/86: Pedro Paulo Pinto – Vereador

COMISSÕES:
JUSTIÇA E REDAÇÃO
FINANÇAS E ORÇAMENTO
JUSTIÇA E REDAÇÃO
Aprovado em 1ª discussão — 03/05/1988
Aprovado em 2ª discussão — 10/05/1988
Aprovado em 3ª discussão — 22/04/1988


LUZIA GONÇALVES NOGUEIRA

Luzia Gonçalves Nogueira, filha de Edgard Gonçalves de Sousa e Francisca Gonçalves Cardoso, nasceu no dia 29 de março de 1940, em Guaçuí, no Espírito Santo. Aos quatro anos veio residir em Itaúna, pois seu pai resolvera voltar para junto de seus familiares.

Luzia fez o primário no Grupo Escolar Dr. Augusto Gonçalves. Cursou o Ginasial e o Magistério na Escola Normal de Itaúna, recebendo no ano de 1958 o Diploma de Professora Primária.

No ano seguinte iniciou sua vida profissional dando aulas na Granja escola São José. Após o ato de nomeação, passou a trabalhar no Grupo Escolar João Dornas Filho.

Em 1964, casou-se com o industrial Jacy Diniz Nogueira e teve três filhos: Jacy Diniz Nogueira Filho, Cristiane Gonçalves Nogueira, Leonardo Gonçalves Nogueira.

Em 1974 parou de trabalhar como professora pois, na condição de esposa e mãe carinhosa, decidiu que seria melhor dedicar mais tempo à sua família e também prestar serviços a entidades dedicadas a obras sociais.

Luzia possuía enorme círculo de amizade em Itaúna, cidade que ela considerava como sua terra natal. Foi figura de destaque na sociedade local e representou várias vezes a beleza e simpatia da mulher itaunense.

Vítima de um acidente que deixou abalada e triste a nossa cidade, faleceu juntamente com seus filhos Leonardo e Cristiane no dia 25 de junho de 1981.



REFERÊNCIAS:
Organização e Elaboração: Charles Aquino.
Pesquisa: Charles Aquino, Patrícia Gonçalves Nogueira.
Autoria do projeto de Lei 33/86: Pedro Paulo Pinto – Vereador
Acervo e Projetos de Leis dos Logradouros: Câmara Municipal de Itaúna/MG Leis e Resoluções – Lei Nº 2.122, disponível em:     http://camaraitauna.no-ip.net:8090/sapl/sapl_documentos/norma_juridica/1284_texto_integral